TODAS AS CASAS, DE ROBERTO GOMES
“Roberto Gomes escreveu um dos mais belos livros da memorialística brasileira: Todas as casas Um destes livros extraordinários e definitivos, livros que nos explicam e dignificam.”

ANDRÉ SEFFRIN, crítico literário

 

"Na confluência de ficção e confissão, manejando uma linguagem de grande plasticidade e com uma luminosidade crepuscular, extremamente adequada à matéria da memória, Roberto Gomes escreveu, em Todas as casas, o romance da orfandade extrema."

MIGUEL SANCHES NETO, crítico literário

"Adorei teu livro. 'Todas as casas' visitam o
passado, território perigoso, lúdico, passional, que
costumamos evitar - a não ser nos sonhos. Você o freqüenta,
corajosamente, sem medo."

ALMIR FEIJÓ, crítico de cinema e publicitário

  "O romance de formação é sempre um ato de vingança. Trata-se, em Roberto Gomes, de um processo inexorável de desmistificação, história do protagonista que se encontra com o mundo para enfrentá-lo, como o pequeno Sérgio do Ateneu."

WILSON MARTINS, crítico literário

O relato biográfico de Roberto Gomes lembra-me a figura do carteiro Homer Macoley, personagem do romance do descendente americano de armênios William Soroyan. Seu memorial possui, a meu ver, a dimensão emergente de um humanismo pós-renascentista em face da tecnologia da Informação.

FOED CASTRO CHAMMA, poeta e filósofo

 

"Todas as casas nos abrigam com leveza. Vai-se do início ao fim com a satisfação dos tantos detalhes que conquistam pela realidade. Não será autobiografia nem romance, ficando mais em recordações vividas ou possíveis."

PAULO HECKER FILHO, crítico literário

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