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Alma de bicho reúne 27 crônicas que trazem a marca dos textos de Roberto Gomes: o humor e a irreverência. Um bêbado que promove a infidelidade salvadora da própria mulher. Um prefeito que compra um boneco inflável especialista em marketing. As proezas de um canário com alma de Dizzy Gillespie. Rindo das desventuras humanas ou refletindo sobre a morte de homens e bichos, é sempre a aventura humana que está presente nestes textos leves e de leitura prazerosa.

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Alma de bicho.

Roberto Gomes

Crônicas
14 x 21 cm. 2000. 104 p., R$ 25,00.
 

 
 

A crônica, diz Jamil Snege "é o escritor sem o ego exaltado do poeta e sem a máscara que ele às vezes usa ao ceder sua voz ao personagem de ficção". Refinamento da já refinada arte da conversação, privilégio do papo à mesa de um bar. Com o acréscimo de um detalhe não desprezível: em Como tornar-se invisível em Curitiba encontramos uma conversa muito bem escrita.

Jamil Snege nasceu em Curitiba, Paraná, onde sempre residiu. Escritor, publicitário, formado em Sociologia e Política pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Autor de outras dez obras, entre as quais Tempo sujo (1968), Ficção onívora (1978), Para uma sociologia das práticas simbólicas (1985) e Viver é prejudicial à saúde (1998). Jamil Snege faleceu em maio de 2003.

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Como tornar-se invisível em Curitiba 

Jamil Snege

Crônicas
14 x 21 cm. 2000. 88p., R$ 25,00.

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Estas crônicas revelam um observador atento e não raro impiedoso do cotidiano. Algumas vezes são contos, outras, blocos demolidores das ilusões que circulam livremente pelas cidades. É a visão de um combatente: a literatura como arma de conhecimento. Carlos Dala Stella nasceu em Curitiba, PR, em 1961. Formado em Letras, se dedica às artes plásticas desde 1987, quando expôs pela primeira vez seus trabalhos, em Padova, Itália, nos quais faz uso, além dos materiais tradicionais, de cimento e vidro. Também é poeta. Em 1998, publicou O caçador de vaga-lumes.

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Riachuelo, 266

Carlos Dala Stella

Crônicas
14x 21 cm. 2000. 108p., R$ 25,00.

ESGOTADO

 

 

 

 

 
 

Os ensaios deste livro, originalmente publicado na forma de crônicas jornalísticas, são motivados por um fato ou um palpite infeliz sobre questões de linguagem. Ao contrário dos que imaginam ensinar gramática pela mídia, aqui se procura divulgar e permitir um olhar diferente sobre fatos de língua, sejam os corriqueiros, sejam aqueles aos quais a escola dedica inutilmente seu tempo. Sírio Possenti, doutor em Lingüística, é professor da Unicamp. Sua área de pesquisa é a Análise do Discurso, mas tem interesse por questões ligadas ao ensino. Combate, por gosto e por achar que é sua obrigação, o purismo lingüístico que atrapalha a escola e a vida de muita gente. É autor também de Por que (não) ensinar gramática na escola e Os humores da língua. Pela Criar, editou também Os limites do discurso.

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Mal comportadas línguas

Sírio Possenti

Lingüística
14 x 21 cm. 2000. 128p., R$ 25,00

 
 

Este segundo volume - o primeiro, de 1986, tratava de noções "teóricas" -, analisa escritores pelos quais Leminski nutria especial paixão. Inéditos em livro, estes ensaios são publicados na forma estabelecida pelo Autor. Neles, Leminski fala de Brecht, Rimbaud, Haroldo de Campos, Guimarães Rosa, Whitman, Fante, Jarry, Ferlinghetti, John Lennon, Mishima, Becket, Joyce e Petrônio. É o polemista em ação. Paulo Leminski nasceu em Curitiba, 1944. Desde os vinte anos participou de eventos relacionados com a literatura. Professor, jornalista, publicitário, tradutor, compositor, foi sobretudo poeta. Publicou, entre outras obras, Catatau (1975), Caprichos e relaxos (1984) e Distraídos venceremos (1987). Faleceu em 1989.

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Anseios Crípticos 2

Paulo Leminski

Ensaios
16 x 22 cm. 2000. 120p., R$ 32,00

 

 
 
Quando da primeira edição deste livro, Darcy Ribeiro escreveu, em Aos trancos e barrancos: "O Brasil afinal volta a filosofar". Editado originalmente em 1977, esta obra desmistificadora causou impacto pela forma irreverente e desafiadora de abordar o tema da apropriação da produção filosófica européia nos trópicos. Trata-se de uma questão diante da qual os que praticam filosofia no Brasil não podem se esquivar: o que significa pensar no periferia do capitalismo? Obra discutida em seminários, congressos, cursos de graduação e pós-graduação. Para esta 12ª edição, o Autor, sem alterar em nada o texto original, escreveu um posfácio, Liberdade e Devir, no qual discute o que significa reinventar o pensamento frente ao atual império ideológico do que chama de globocolonização.

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Crítica da razão tupiniquim

Roberto Gomes

Filosofia
16 x 22 cm. 2001. 134p., R$ 40,00

 

LEIA ALGUMAS OPINIÕES DA CRÍTICA

 
 
Uma obra delicada e de elevada inspiração poética, de autoria de Alice Ruiz, numa edição valorizada por um projeto gráfico da mais alta qualidade, assinado por Takashi Fukushima. Destinada ao público infantil (de todas as idades) fala de uma nuvem que, não chorando jamais, não cumpria seu destino de nuvem: chover. Alice Ruiz é poeta (Navalha na liga e Poesia para tocar na rádio, entre outras obras) e letrista (parceira de Itamar Assumpção, Arnaldo Antunes e José Miguel Wisnik, entre outros).

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Nuvem feliz

Alice Ruiz

Literatura infantil
20 x 20 cm. 2001. 14p., R$ 15,00

 

 
 
Viagem no espelho
reúne a obra completa de Helena Kolody. Paulo Leminski, a chamava de “nossa padroeira”, e nela encontrava uma “modernidade enorme, de quase oitenta anos”. Alice Ruiz acrescenta à ótica do crítico o olhar de poeta: “Tudo que ela diz é poesia, ou pela forma rica e imprevisível, ou pela densidade da emoção”. Helena Kolody nasceu em 1912, em Cruz Machado, Paraná, no dia 12 de outubro. Filha de Miguel e Vitória Kolody, passou a infância na cidade catarinense de Três Barras. Em 1927, mudou-se com a família para Curitiba, onde fez uma carreira brilhante como educadora. Helena Kolody faleceu em fevereiro de 2004.

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Viagem no espelho

Helena Kolody

Poesia
14 x 21 cm. 2001. 242p., R$ 40,00

 

 
 
Na década de 1950, a luta pela terra assumiu ares de tragédia no sudoeste do Paraná. Centenas de colonos vieram do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, atraídos pela miragem de boas terras e financiamento fácil. Não foi isto que encontraram. O conflito com as companhias de terras gerou um dos episódios mais notáveis da história brasileira, infelizmente pouco conhecido. Uma história de luta, de sofrimento e de heroísmo, que produziu um fenômeno raro na história do Brasil: trata-se do único levante armado de colonos que foi vitorioso. No dizer de Wilson Martins, Roberto Gomes transformou estas lutas num “romance histórico modelar”. Élio Gaspari disse que a leitura deste romance “é um prazer, mas também uma sofrida experiência”. Para Regina Dalcastagné, “este épico caboclo prende a atenção desde a primeira página. O resultado, irresistível, é alta literatura com atração de folhetim”. André Seffrin, assinalou que “Roberto Gomes é um mestre do romance e escreveu um épico sobre a luta pela terra no Paraná”.

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Os dias do demônio

Roberto Gomes

Romance
14 x 21 cm. 2001. 358p., R$ 38,00

 

LEIA ALGUMAS OPINIÕES DA CRÍTICA

 
 
A Idade Moderna aspira a um tipo de conhecimento centrado na “razão pura”. Essa “anestesia” que sofre o homem contemporâneo precisa ser revertida através de uma educação da sensibilidade. É este o tema desta obra de grande poder questionador, que repensa os fundamentos da experiência estética e educativa. João-Francisco Duarte Jr. nasceu em 1953, na cidade de Limeira, SP. Formou-se em Psicologia pela PUC/Campinas. Concluiu o Mestrado e o Doutorado, ambos na área de Educação, na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), universidade na qual é professor atualmente, no Instituto de Artes. Com esta obra, o Autor se coloca como um dos grandes teóricos do ensino da arte, o que explica que seja lido e discutido em cursos de graduação e pós-graduação.

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O sentido dos sentidos - a educação (do) sensível

João-Francisco Duarte Jr.

Arte educação
16 x 22 cm. 2001. 226p., R$ 40,00

 

 

 
 
Originalmente uma tese de doutorado defendida na USP (1995), este livro, segundo diz Vera Lúcia Botta Ferrante, no prefácio, "traz  ao leitor, na superação de ortodoxias sagradas e na reconstrução de conceitos, a perspectiva de que a ciência pode ter um novo olhar sobre a sociedade e sobre si mesma.” Nele se discute a luta pela terra na ótica do Caos e da Complexidade, dando ao tema uma amplitude inesperada. Iria Zanoni Gomes nasceu no Rio Grande do Sul, em Arroio do Meio, 1948. Morou em Francisco Beltrão de 1956 a 1969, quando se transferiu para Curitiba. Formada em Ciências Sociais pela UFPR, fez mestrado e doutorado em Sociologia, na USP. Também publicou 1957 - a revolta dos posseiros pela Criar.

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Terra e subjetividade - A recriação da vida no limite do caos

Iria Zanoni Gomes

Sociologia
16 x 22 cm. 2001. 202p., R$ 28,00

 

 
 
Em seu primeiro livro, de 1941, Helena Kolody já publicava haikais. Isto indicava a busca de síntese, o que levou Wilson Martins a dizer, em 1993: “Dalton Trevisan desejaria reduzir o conto ao haikai; Helena Kolody conseguiu-o, literalmente”. Leminski disse que esta poeta é “capaz de ‘milagres’ em haikais fulminantes que, na expressão de Pound, vão às ‘essências e medula’”. A obra agora publicada, reúne 70 haikais, dezesseis inéditos em livro.

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Haikais

Helena Kolody

Poesia
9 x 21 cm. 2001. 78p., R$ 30,00

 

 
 
O Caminho de Santiago via Portugal é tão rico quanto o caminho francês. Atraída por ele, Celina Fioravanti caminhou como peregrina. O resultado não é apenas um diário ou um roteiro turístico. A Autora mostra como o Caminho de Santiago pode ser uma via que conduz a mudanças profundas, levando quem o trilha a uma nova fase da vida. O livro se divide em seis partes. A primeira trata das preparações. A segunda sugere práticas que fortalecem, as vivências. A terceira é dedicada à porção da peregrinação que se realiza em Portugal. A caminhada na Espanha ocupa a quarta parte, chamada de as experiências. A quinta contém a chegada e a permanência em Santiago de Compostela. A sexta é dedicada aos roteiros de viagem. Se o Caminho Francês é a Via Solar, o Caminho Português é a Via Lunar, de polaridade feminina, com características úmidas e acolhedoras.

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Caminho de Santiago (pela via lunar)

Celina Fioravanti

Viagens
14 x 21 cm. 2002. 190p., R$ 32,50

ESGOTADO

 

 
 
A raposa desta história morava numa furna funda e era muito famosa. Lia nas cartas a sorte de todos os animais da floresta. Até o rei leão, quando ficou velho e desdentado, foi consultá-la. Ela, muito velhaca, previu dias de glória para o rei. Depois, de posse de uma pequena fortuna, resolveu viajar. Foi quando a aranha, que não tinha nada a ver com a história e estava sempre de mau humor, tomou o seu lugar. A partir deste ponto, Walmir Ayala – poeta, romancista, crítico de arte e autor de dezenas de livros para jovens e crianças – desenvolve uma história deliciosa que nos faz pensar sobre homens e bichos e suas vidas em sociedade. E busca responder a uma pergunta que todos fazemos: voltará a felicidade?

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A aranha e a raposa

Walmir Ayala

Literatura infantil
14 x 21 cm. 2002. 32p., R$ 15,00

 

 
 
Os urubus têm péssima fama. São vistos como mal cheirosos e malandros. Um casal de urubus que talvez merecesse esta fama abandonou um ovo num ninho qualquer para viajar pelo mundo sem preocupações. Acontece que aquele ninho pertencia a um casal de cisnes. E não se tratava de um casal qualquer. Era um casal real. O autor dá a esta história um desenvolvimento surpreendente. Quando aquele urubu nascido em berço de ouro descobriria quem ele era? E quando conviveria com esta descoberta? Eis a difícil arte de ser urubu. Roberto Gomes também publicou, para crianças, O menino que descobriu o sol e Carolina do nariz vermelho, ambos pela Editroa FTD.

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A difícil arte de ser urubu

Roberto Gomes

Literatura infantil
14 x 21 cm. 2002. 20p., R$ 15,00

 

 
 
Embora o amor tenha sido um tema constante na obra de Helena Kolody, estes poemas estavam dispersos ao longo dos 15 livros que publicou, o que tornava difícil ao leitor comum entender a fina e dolorosa reflexão que os unia. Com seleção e organização do escritor Roberto Gomes, os sessenta poemas deste livro versam sobre cinco temas universais da poesia amorosa. Inicia com a procura e o fascínio exercido pelo amado, segue-se o sofrimento com a sua perda e os esforços inúteis para esquecê-lo. A poeta procura então se refugiar na poesia, reinventando-se em palavras e, finalmente, vive mergulhada em lembranças. Exemplos da poética forte e sintética de Helena Kolody, estes poemas formam uma pequena obra-prima da poesia amorosa.

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Poemas do amor impossível

Helena Kolody

Poesia
9,5 x 20 cm. 2002. 128p., R$ 25,00

 

 
 
A morte de Sócrates é um evento ético. Mais ou menos à margem das regras e das expectativas, ele aceita morrer. É um golpe do sujeito, seu momento de invenção. Por isso, Sócrates sobrevive menos por uma obra do que por um comportamento. Um retorno a Sócrates narra este evento singular: a morte de Sócrates. A narrativa é solene. As frases curtas criam suspense, apesar do desfecho conhecido. É que se trata de contar, mas também de compreender. E se descobre que o suspense é sobre compreender. É evidente que o enigma Sócrates não se esclarece, mas esta obra acrescenta avaliações sutis e cores fortes à cena.
Antonio Godino Cabas nasceu em Tánger. Graduou-se em Buenos Aires e reside em Curitiba desde 1976. Fez formação analítica em Buenos Aires. Publicou, entre outros, La interpretación de los sueños, una técnica olvidada, Curso y discurso de la obra de J. Lacan, El narcicismo y sus destinos, além de mais de 140 artigos publicados no Brasil e no exterior. Pela Criar é um dos autores de
Paraná, o século, o asilo.

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Um retorno à Sócrates

Antonio Godino Cabas

Filosofia
14 x 21 cm. 2002. 102p., R$ 25,00

ESGOTADO

 

 

 
 
Igreja e Arte em Salvador no século XVIII
trata de aspectos da pintura de perspectiva, cuja tipologia foi adotada pelo pintor José Joaquim da Rocha na ornamentação do teto da nave da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, na qual representou um programa iconográfico Mariano e Eucarístico, que exalta a Imaculada Conceição de Maria. Desde o século XVII, a Virgem da Conceição era a padroeira do Reino Português e no teto da igreja se consagrava o mistério de que Maria era preservada da mancha do pecado original. Sua pureza encontra-se, simbolicamente, retratada nas flores que tem nas mãos, na lua crescente a seus pés e nas representações de seus atributos: a estrela do mar (stella maris), o cipreste, a fonte de água viva, a rosa mística etc. Foi somente no século XIX, no entanto, que este mistério tornou-se dogma. O autor, Paulo Roberto Silva Santos, nascido em Salvador, é atualmente professor na Faculdade de Artes do Paraná, em Curitiba, e membro da Sociedade Brasileira de Pesquisa Histórica.

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Igreja e arte em Salvador no século XVIII

Paulo Roberto Silva Santos

História da Arte
16 x 22 cm. 2002. 136p., R$ 35,00

 

 
 
Conforme diz Dominique Maingueneau no prefácio, esta “obra pode ser lida de duas maneiras - sendo que o ideal é lê-la das duas maneiras ao mesmo tempo: como uma série de estudos sobre questões que interessam à análise do discurso (sentido literal, provérbios, paráfrase, construção dos corpora, efeito de sentido etc.), mas também como um conjunto de variações sobre uma problemática única, projetada em diferentes espaços”. Sírio Possenti, doutor em Lingüística, é professor na Unicamp. Sua área de pesquisa é a Análise do Discurso, mas tem interesse por questões ligadas ao ensino. Combate, por gosto e por achar que é sua obrigação, o purismo lingüístico que atrapalha a escola e a vida de muita gente. É autor também de Por que (não) ensinar gramática na escola e Os humores da língua. Pelo Criar tem outra obra publicada:
Mal comportadas línguas.

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Os limites do discurso

Sírio Possenti

Lingüística
16 x 22 cm. 2002. 262p., R$ 35,00

 

 
 

Há mais de vinte anos Haquira Osakabe estuda a literatura portuguesa. Um dos resultados deste longo e apaixonado trabalho, é Fernando Pessoa: resposta à decadência, um estudo que desde logo se coloca como um clássico sobre o poeta. “O que me fez estudar Pessoa, diz o Autor, foi querer seguir e compreender  esses caminhos  que, contraditória e fragmentariamente,  são  delineáveis  em todo o seu trajeto. Longe de mim querer descobrir sob o múltiplo tecido de sua obra  qualquer  matriz unívoca. Basta se entender a radicalidade destituidora de um Caeiro ou a insuportável via  sacrificial de sua alquimia para  se entender que para Pessoa  nenhuma  salvação é pacífica.” Maria Lúcia Dal Farra, no prefácio a esta edição, complementa: “o pressuposto que anima este estudo é de um entendimento íntimo da obra de Fernando Pessoa (....) visto que sua obra não se desgarra do seu tempo e das preocupações que lhe são próprias”.

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Fernando Pessoa - Resposta à decadência

Haquira Osakabe

Literatura Portuguesa
16 x 22 cm. 2002. 222p., R$ 32,50

 

 
 
João Perci Schiavon debate nesta obra o resultado de seu trabalho clínico, ensino universitário e seminários. Texto polêmico, aborda a natureza filosófica da psicanálise por meio de pensadores, segundo o autor, da afirmação: Spinoza, Nietzsche, Bergson, e, é claro, Freud. A seu ver, é necessário restabelecer, no pensamento e na clínica, uma ordem condizente com a lógica da vida.

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A lógica da vida desejante - pteros

João Perci Schiavon

Psicanálise
16 x 22 cm. 2003. 266p., R$ 35,00

 
 
Carlos Alberto Faraco, reconhecido como um dos maiores estudiosos do filósofo russo no Brasil, se ocupa especialmente em apresentar o núcleo do pensamento do Círculo de Bakhtin a respeito da linguagem, de seu lugar e de seu modo de funcionamento no conhecimento da vida. O leitor não sentirá nenhuma falta de um guia, e o estilo claro - cartesiano? - também dispensa qualquer trabalho de tradução. Um livro original pela análise que empreende, o que o torna indispensável a estudiosos da linguagem.

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Linguagem e diálogo - as idéias lingüísticas do círculo de Bakhtin

Carlos Alberto Faraco

Lingüística
16 x 22 cm. 2003. 136p., R$ 32,50

ESGOTADO

 

 
 
Resultado de uma entrevista entre um jornalista e um líder religioso islâmico, este livro é formado por 148 perguntas e respostas que buscam esclarecer dúvidas sobre a religião mulçumana. Os autores pretendem que seja "um diálogo, um entre muitos possíveis - e desejáveis - que procura lançar uma luz sobre preceitos e conceitos que ecoam, de forma cada vez mais freqüente, em nossos ouvidos. Esperamos que seja uma porta de entrada. Um aceno em direção ao entendimento.” Trata-se de um livro que transforma numa conversa amigável a discussão de um dos temas cruciais do nosso tempo.

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Um diálogo sobre o Islamismo

Muhammad Jaafar Khalil e Omar Nasser Filho

Religião
16 x 22 cm. 2003. 168p., R$ 33,00

 

 
 

Alegres memórias de um cadáver alcançou repercussão nacional ao receber o Prêmio José Geraldo Vieira, conferido pela União Brasileira dos Escritores/São Paulo, ao ser considerado o melhor romance brasileiro lançado no ano de 1979. Na ocasião, Torrieri Guimarães saudou este livro com as seguintes palavras: “Um romance que me surpreendeu pela qualidade do texto, a força da imaginação”, enquanto Wilson Martins registrou: “Uma sátira alegre e divertida”.

Embora o título possa sugerir, não se trata de um romance filiado ao realismo fantástico. Como escreveu o Antônio Holfeldt, trata-se de “uma das parábolas mais bem realizadas a respeito da realidade brasileira contemporânea.

Marisa Lajolo escreveu: “Numa tradição de poucos romances-de-escola, As alegres memórias de um cadáver estabelece um patamar alto para o gênero. Sua narrativa é ágil, seus diálogos são bem recortados, e são consistentes os múltiplos pontos de vista da narração. De quebra, o livro dialoga com uma das obras mais sofisticadas da literatura brasileira - Memórias póstumas de Brás Cubas. Adorei cada página do livro.”

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Alegres memórias de um cadáver

Roberto Gomes

Romance
16 x 22 cm. 2004. 162p., R$ 30,00

 

LEIA ALGUMAS OPINIÕES DA CRÍTICA

 
 
Narrado a partir da ótica das casas onde morou o personagem este romance mescla, em doses indissociáveis, memórias, desejos e fantasias, na trilha das grandes obras de formação. Fala de um indivíduo e de uma geração, do real e do imaginário, dentro de uma estrutura ao mesmo tempo rigorosa e anárquica, seguindo as oscilações das lembranças.
André Seffrin comentou (OPasquim21): “Roberto Gomes escreveu um dos mais belos livros da memorialística brasileira. Um destes livros extraordinários e definitivos, que nos explicam e dignificam.” 

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Todas as casas

Roberto Gomes

Romance
14 x 21 cm. 2004. 160p., R$ 28,00

 

LEIA ALGUMAS OPINIÕES DA CRÍTICA

 
 
Um livro, imperdível, contendo 316 sessões de cinema.
Almir Feijó - com originalidade e um olhar irretocável de espectador - analisa 316 filmes que fizeram a cabeça dos cinéfilos nos últimos 50 anos. Com um texto forte, contundente como um direto de direita, Almir propicia o reencontro com o encanto e a inocência com que nos colocávamos diante da telona muitos anos atrás. Isso, sem abrir mão de uma séria reflexão. Análise elegante e sedutora, Descríticas faz rir, choca, desconcerta.
Almir Feijó não é apenas um apaixonado pela arte. É um pensador brilhante, irônico, corrosivo, mas também cheio de ternura.
Descríticas
é um livro que se lê como um triller. Além das 316 sinopses comentadas, inclui informações técnicas sobre os filmes, inclusive a reprodução a cores de mais de 30 cartazes originais. E, como se não bastasse, autógrafos de John Wayne, de Marlon Brando e (dois) de Clint Eastwood. Todos originais, comprados em leilões..

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Descríticas, 316 filmes

Almir Feijó

Cinema
18 x 23 cm. 2004. 556p., R$ 50,00

 

LEIA ALGUMAS OPINIÕES DA CRÍTICA

 

 

visite o site dedicado ao livro Descríticas

 
 
Paraná, o século, o asilo fala da trajetória de um “lar de caridade” cuja história se confunde com o próprio século XX.
Desde inícios de 1900, as autoridades sanitárias clamavam pela construção de uma instituição assistencial para fazer frente aos problemas causados por um crescimento demográfico que a onda migratória potenciava. Fundado em 1927, como 'Asilo de Mendicância', era um lar de caridade que abrigava idosos, mendigos e órfãos. Entretanto, o curso da história mudaria seu destino. Pivô da assistência na década de 30, amparo aos mendicantes na década de 40, exemplo de política educacional na década de 50, ele soube refletir as mudanças da sociedade até o corte que representou, na década de 70, o colapso da cafeicultura.
Assim, por uma ironia do acaso, o Paraná encontra nesta crônica seu retrato oculto. A seu modo, este livro narra a história do Paraná da perspectiva de um asilo.

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Paraná, o século, o asilo

Antonio Godino Cabas, Dorothy Rocha, Evelcy Monteiro Machado, Maria Ignês Mancini De Boni, Pedro Leão da Costa Neto e Roseli Boschilia

Série Freudiana - Ensaios, v. 2

História do Paraná
14 x 21 cm. 2004. 164p., R$ 25,00

ESGOTADO

 

 
 

Nos contos  reunidos em Seis tiros na cara o leitor não espere encontrar descanso. Desde cedo apaixonado por música e pela literatura, Júnior Oliveira acrescentou a estas paixões a psicanálise.
Seis tiros na cara é uma experiência literária que expressa a mesma fúria do roqueiro adolescente que o Autor foi, refinada por sua formação literária e artística e por uma experiência de conhecimento pessoal sem auto-piedade. Leitor devoto de Dalton Trevisan, Júnior Oliveira trabalha na senda do conto paranaense, mas acrescentando uma ótica e uma problemática de outra geração.
Seis tiros na cara é um livro radical e inquietante, o registro de uma aventura pessoal em estado bruto, que purifica quem o lê.
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Seis tiros na cara

Júnior Oliveira

Contos
14 x 21 cm. 2004. 138p., R$ 30,00

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 

Dominique Maingueneau é um estudioso conhecido do público brasileiro, sobretudo no meio universitário. Esteve várias vezes no Brasil, participando de eventos e lecionando. Suas obras Novas tendências em análise do discurso, Pragmática para o texto literário e O contexto da obra literária, já foram traduzidas no Brasil.
Agora Criar Edições publica, com tradução do lingüista e professor da Unicamp, Sírio Possenti, esta obra fundamental para a compreensão do pensamento de Maingueneau, Gênese dos discursos, na qual se dedicou a propor alguns marcos para a análise do discurso.
Assumindo posição própria, de certa forma lateral às propostas encabeçadas por Michel Pêcheux, e explorando algumas formulações de Foucault, Maingueneau chega a um conjunto de definições e princípios que tanto funcionam para fixar posições teóricas quanto servem como guias para a análise de conjuntos de textos.
Obra indispensável. Do mesmo Autor, Criar Edições publicou Cenas da Enunciação.

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Gênese dos discursos

Dominique Maingueneau

Tradução de  Sírio Possenti

Lingüística
16 x 22 cm. 2005. 192p., R$ 32,00

ESGOTADO

 

 
 

Iria Zanoni Gomes, socióloga formada em Ciências Sociais pela UFPR, fez mestrado e doutorado em Sociologia, na USP. Nesta obra, que se tornou indispensável para os estudiosos da questão da luta pela terra, ela desenvolveu um estudo da revolta dos posseiros ocorrida no Sudoeste do Paraná na década de 1950. Este movimento, que culminou com a tomada da região por parte dos colonos em outubro de 1957, é um caso raro na história brasileira. Trata-se do único movimento armado na história do Brasil que não foi massacrado pelas forças policiais ou do exército. Pelo contrário, trata-se de um movimento vitorioso, que atingiu todos os seus objetivos. Dele a Autora, que também publicou pela Criar Terra & Subjetividade, faz um levantamento histórico criterioso e uma análise sociológica sem igual.

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1957, A revolta dos posseiros
Iria Zanoni Gomes
16x22 cm., 2005, 128p., R$ 30,00
 
 

Com o pseudônimo de João do Rio, o jornalista e escritor Paulo Barreto realizou obra literária notável, sendo o inventor da reportagem em termos modernos e um grande criador da crônica literária. O inquérito que fez junto a escritores do começo do século XX, tornou-se uma fonte indispensável ao pensamento literário da época. O momento literário se transformaria, nas palavras de Raimundo Magalhães Jr., num “documento expressivo do ambiente intelectual brasileiro na primeira década do século passado e da mentalidade nele dominante”. Segundo Wilson Martins, “O momento literário é um quadro de honra extraordinariamente interessante da 'classe de 1908', entendida a expressão como indicando os nossos escritores mais significativos e importantes nos começos do século”.

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O momento literário
João do Rio
16x22 cm, 2006, 224 p., R$ 38,00
 
 

"É com prazer que entregamos ao estudioso do discurso um conjunto de textos de Dominique Maingueneau, reunidos especialmente para uma edição brasileira. O leitor verá que se trata de desenvolvimentos da Análise do Discurso, derivados em boa medida da tomada em consideração de corpora variados, partindo sempre, sem concessões, da inseparabilidade do texto e do quadro social de sua produção e circulação."
Sírio Possenti e Maria Cecília Pérez de Souza-e-Silva
(organizadores)

Nesta obra,
Dominique Maingueneau - de quem a Criar Edições já editou Gênese dos Discursos - propõe novos desenvolvimentos derivados da análise de textos de natureza variada, partindo sempre da inseparabilidade do texto e do quadro social de sua produção e circulação. Insiste na tese de que não há um plano central do discurso: tudo o que o constitui deriva dos mesmos fundamentos, de sua semântica global.
Apresenta novos conceitos: discursos constituintes, sobreasseveração, hiperenunciador, que podem renovar a abordagem de questões ligadas ao interdiscurso e aos e-nunciadores, portanto, a problemática do sujeito.

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Cenas da Enunciação
Dominique Maingueneau
16x22 cm, 2006, 184p., R$ 33,00
 
  O conhecimento de Anatol Kraft
Roberto Gomes
15,5 cm x 21 cm, 2011, 114p., R$ 27,00
 

 

O conhecimento de Anatol Kraft narra a trajetória de um imigrante alemão que chegou ao Brasil na primeira metade do século XX. Criatura dotada de um senso de humor explosivo, capaz de paradoxos a cada frase, Anatol, em sua busca de compreender a experiência humana, se encontra perdido entre o gozo estético, a militância política, a polêmica cultural mais ou menos inútil e a busca do prazer puro e simples.

Entre Anatol, aos setenta anos, e os jovens Henrique, Marina e Tereza, se estabelece um quarteto amoroso que não é apenas uma ciranda afetiva e sexual. Trata-se da busca de um sentido perseguido pelos quatro personagens. Busca destinada ao fracasso, pois, como repete Anatol Kraft ao longo do romance: “prever o passado é uma arte dificílima”.